Leia sempre, a leitura transforma.

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quarta-feira, 22 de março de 2017

Recado de Gratidão

Eduardo V. Schimitt
Como não se emocionar ao abrir o e-mail e encontrar um recado tão especial.
Quando dizemos que isso move nosso trabalho muitos não acreditam.

"Poder conviver com pessoas tão especiais e que nos ensinam tanto é tão gratificante o quanto receber um sorriso ou uma mensagem de paz e positividade. E assim foram por dois anos. Dois anos de grande aprendizado e importante valia, aprendi coisas e amadureci um tantão.

Me fez escrever ainda mais do que eu escrevia, me fez expressar ainda mais – não só com a fala ou gestos; mas sim com as palavras, a escrita e principalmente a alma. E aprendi que devemos “Viver nossa essência” sempre.

Sinto saudade e guardarei com todo o carinho as grandes lições que me passou por esses anos.

Gratidão é a palavra-chave."

Eduardo V. Schmitt
Estudante de Jornalismo

terça-feira, 21 de março de 2017

As tantas lições do cromossomo 21

Lucas Cogo Miletto
            Neste dia 21/3 não poderia deixar de escrever sobre este cromossomo tão especial que acrescenta tanto na vida de quem convive com estes seres que o carregam na sua genética.
            Alguns alunos passaram na minha sala de aula: João Abel, Maria Emília, Paulinho, Laís e neste ano a Gabi. Outros tantos na Escola Especial  e a Débora na convivência da escola Clotário. Muito aprendi com vocês queridos alunos, principalmente aprendi o olhar especial que precisamos ter em sala de aula e o conhecimento e sintonia que precisamos buscar para trabalhar com vocês. Cada um traz características únicas que os torna muito especiais. Gratidão meus queridos alunos!
            Tive também o privilégio de viver e experenciar o cromossomo 21 vinte e quatro horas por dia, por oito anos e meio com o Lucas, meu filho amado, meu mestre que me deu esta oportunidade de viver o presente de uma maneira intensa, cheia de amor, feliz, assim eles vivem.
            Muitas vezes pensei o que mais posso fazer para seu desenvolvimento, sua aprendizagem. (Agradeço a todos os profissionais que participaram da sua trajetória.) Nem sempre isso é o mais importante. Ele me trazia para o aqui e agora, para eu viver e curtir o presente, sem as preocupações com o futuro.
            Permitir-se viver o presente, paciência, muita paciência e amar incondicionalmente são as grandes lições do cromossomo 21. O mundo está carente do que eles têm para nos ensinar. Uma lição simples e ao mesmo tempo difícil. Quando amamos incondicionalmente tudo superamos e as barreiras são ultrapassadas, a paciência nos traz para o momento presente, quando vivemos o presente nos encontramos com um ser maravilhoso que habita dentro de nós, atingimos nossa essência.
            Que grande lição eles nos proporcionam!

Gratidão filho amado, amo-te incondicionalmente neste presente e para sempre e recebo o teu amor.

Denise Cogo Miletto, 21 de março de 2017.

sexta-feira, 17 de março de 2017

As melhores apps para audiolivros

By Carlos Pinheiro


TIM AudioBook

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Fonte: Lerebooks

quarta-feira, 15 de março de 2017

Sete hábitos altamente eficientes dos professores que usam tecnologia

07/02/2017 - Publicado em Educação e Tecnologia

Na maioria das vezes, professores que usam tecnologia em sala de aula são muito diferentes dos que não usam. Eles gerenciam sua sala de aula de uma forma mais interativa, criam um ambiente positivo de aprendizagem e – grandes professores, especialmente – colaboram com as diversas partes interessadas para se certificar de que cada tentativa é humanamente possível para atender a todas as necessidades dos alunos.

Mas usar a tecnologia na sala de aula de forma eficaz pode exigir alguns pequenos ajustes por parte do professor para que dê resultados. Com inovação e alternativas criativas para solução de problemas, pode-se melhorar a aprendizagem com o uso da tecnologia.

Leia também:
O que os alunos estão nos dizendo sobre tecnologia e por que isso é importante

A influência das novas tecnologias em sala de aula

Veja no infográfico quais são os 7 hábitos eficientes dos professores que usam tecnologia:






segunda-feira, 13 de março de 2017

Ebook gratuito: «Literatura e ensino do português

por Carlos Pinheiro
Autores: José Augusto Cardoso Bernardes e Rui Afonso Mateus
Formato: pdf
ISBN: 978-989-8662-26-2
«Os professores, os estudantes mais avançados e os cidadãos em geral são convidados, com a leitura deste livro, a reflectir sobre o papel da escola como indispensável mediadora desses bens inestimáveis e perenes que são a
língua e a cultura nacionais. Sem língua e cultura não poderá haver cidadania
plena. Se o fizerem, a Fundação terá dado mais um passo no cumprimento
da sua missão». Carlos Fiolhais in «Prefácio».
Fonte: Lerebooks

sexta-feira, 10 de março de 2017

Organização da sala de aula deve mudar conforme intenção pedagógica

Saiba como tornar o ambiente de aprendizagem um lugar flexível e quais as possibilidades pedagógicas de diferentes arranjos
por Ana Luiza Basílio, do Centro de Referências em Educação Integral

Entender a sala de aula como um local flexível é um dos primeiros passos para se pensar a diversificação das práticas pedagógicas. A mudança, no entanto, não deve acontecer de forma isolada e precisa estar inserida dentro de uma proposta política e pedagógica. “É fundamental que antes de pensar os espaços se discuta a concepção de educação colocada, bem como o que se pretende com os sujeitos ali presentes”, considera a professora Sandra Caldeira, mestre e doutora em História da Educação.

Isso porque a disposição da sala de aula e dos demais espaços educativos pode chancelar ou refutar uma proposta pedagógica. A disposição das carteiras, por exemplo, é um dos aspectos mais visíveis. “O modelo das cadeiras enfileiradas aponta para uma educação centralizada no professor, que o coloca na posição de detentor do conhecimento e direciona todos olhos e corpos a ele”, comenta Andrea Zica.

Em sua leitura, essa estrutura não atende às propostas educativas dialógicas, em que o professor se apresenta como mediador do conhecimento. “Nesse caso, espera-se que o professor saia desse lugar central e busque integrar-se ao grupo dos estudantes”, observa.

Outro ponto a se considerar é o tipo de relação que se espera que os estudantes construam com os objetos de conhecimento. Aqui, podem valer propostas em contextos individuais ou coletivos. “Tem momento que é necessário que eles estejam sozinhos frente ao conhecimento, caso de atividades que pedem uma concentração maior ou que demandam que os alunos identifiquem seu próprio grau de aprendizagem; mas também há situações em que trabalhar com o outro é fundamental para que essa relação se estabeleça; ou ainda que o professor seja fundamental na dinâmica”, considera Andrea.

A educadora reforça que nenhum arranjo deve ser validado como o mais importante sem que haja uma experimentação por parte da escola, que também tem o papel de descartá-lo, quando necessário. “Cada grupo é um encontro de pessoas, o que imprime características diferentes. Estar com o outro é uma aprendizagem constante, que muda o tempo todo”, reconhece.

Nas aulas de Língua Portuguesa e Literatura da professora Andrea Zica, docente do Instituto Casa Viva, em Belo Horizonte, por exemplo, a regra é não ter regra em relação à organização da sala de aula. Um dia, os estudantes estão organizados em formato de U. No outro, com as carteiras agrupadas. Também não são raras as vezes em que eles fazem suas leituras deitados sobre o jardim do Museu Histórico Abílio Barreto, vizinho à escola.

“A dinâmica da aula se dá em função da minha intencionalidade pedagógica”, explica a educadora que chega a trabalhar com cinco arranjos diferentes de sala de aula por semana, todos previamente pactuados com os estudantes.



A importância dos arranjos integrais

Para a educadora Sandra Caldeira, repensar as dinâmicas da sala de aula e dos espaços educativos é uma forma de romper com um importante paradigma educacional. “A vida é movimento e o que fazemos é colocar esses estudantes sentados desde muito cedo, “segregando” a cabeça do corpo, privado de movimento. Precisamos produzir referências mais integrais, que trabalhem a razão em sintonia com a emoção desses alunos”, coloca, mencionando um dos principais desafios das escolas.

Andrea concorda e opina que a educação tradicional exige das infâncias e das juventudes uma presença “artificial” do corpo. “Quando você tira a cadeira, esse corpo vai se mostra de uma maneira diferente”, observa a educadora.

Nesse sentido, a arquiteta, urbanista, pesquisadora e diretora do atelier Cenários Pedagógicos, Beatriz Goulart, aposta no uso de mobiliários modulares e mais flexíveis. “Quanto mais essas peças forem leves, desmontáveis, mais fácil fica propor essas mudanças”.

Ela também reconhece que esses processos de mudança nem sempre são fáceis, “afinal, estamos propondo mexer numa estrutura que foi feita para ficar para sempre”, coloca se referindo ao modelo da sala de aula. No entanto, acredita que a customização pode ser uma boa saída a esses ambientes.

Para além dos espaços


Repensar a disposição e utilização dos espaços não precisa se encerrar nas dependências escolares. As especialistas acreditam que o território no qual a escola está inserida também precisa ser levado em conta. Para elas, tão importante quanto a disponibilidade para repensar arranjos internos é a disposição da escola de entender a circulação e acesso pela cidade como um direito fundamental dos estudantes. Cabe à escola, então, propor utilizações de espaços públicos, como parques e praças, e demais equipamentos, como museus e casas de cultura, dentro do seu arranjo curricular.

“É importante fazer um reconhecimento do local, conversar com as pessoas que frequentam e pensar modos diferenciados de abordagem, sempre tendo em vista os interesses e as fases do desenvolvimento dos estudantes”, elenca Sandra.


* Publicado originalmente no Centro de Referências em Educação Integral e reproduzido mediante autorização.


Fonte: Porvir 

quarta-feira, 8 de março de 2017

Melhores práticas em Ensino Superior em debate no Fórum de Lideranças: Desafios da Educação


03/03/2017

O Fórum de Lideranças: Desafios da Educação é um evento que tem como público alvo gestores e líderes de instituições de ensino. No encontro, realizado pelo Grupo A com apoio de Blackboard e SAGAH, especialistas debatem novas metodologias para a educação e apresentam as principais novidades e tendências na área.

Em 2017, o Fórum de Lideranças, que acontece dia 6 de abril, em São Paulo, chega à nona edição e tem vagas limitadas e gratuitas. Inscreva-se!

Veja alguns dos temas que serão abordados:

Lilian Bacich, doutora em Psicologia escolar e do desenvolvimento humano, apresentará no encontro a palestra Relatos Práticos: Metodologias Ativas e Ensino Híbrido. O objetivo é repensar as formas de ensinar e aprender com metodologias ativas em uma sociedade conectada, com foco no ensino híbrido.

Já Fabio Reis, doutor em História social pela USP, irá participar com a palestra Radar Global: Melhores Práticas em Ensino Superior.

A diretora de estratégia da Blackboard, com mais de 20 anos de experiência no setor da educação, também irá participar do evento. Atualmente, ela está envolvida em pesquisas e tendências de resultados de aprendizagem de alunos, na aprendizagem baseada em competências e nas conexões entre educação e empregabilidade.

Além dos três especialistas, outros pesquisadores e estudiosos da educação também irão participar do Fórum de Lideranças. O encerramento do evento acontece com um painel de debates com a presença de todos os palestrantes, que ficam à disposição dos presentes para perguntas.

Sobre o Fórum de Lideranças
Data: 6 de abril
Horário: 8h às 14h
Local: ESPM
Endereço: Rua Dr. Álvaro Alvim, 123
Vila Mariana, São Paulo, SP