Leia sempre, a leitura transforma.

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sexta-feira, 16 de junho de 2017

Cronograma de Trabalhos - Junho

Turmas 200

- 2º livro-  apresentação de 26 a 28 de junho 

- Finalização do Jornal das Turmas  200 NEWS e envio ´para a impressão até 22/6

Turmas 301 e 302

- 2º livro-  apresentação de 26 a 28 de junho

- Finalização dos Poemas utilizando fragmentos de imagens - envio  por e-mail até 23/6 ou entregue para impressão


quarta-feira, 14 de junho de 2017

Doação de Livros

Agradecemos ao casal Irineu Pasini e Neli Martins e a professora Romilda Salbego a doação de livros para a Biblioteca do Instituto Estadual de Educação Salgado Filho e ao casal Cláudio e Maria Alice Manara que fizeram com que os livros chegasses até a escola.


A campanha segue ao longo do ano letivo. Colabore!

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Ebook Gratuito O Doido e a Morte

by  Carlos Pinheiro
capa
Título: O Doido e a Morte

Autor: Raul Brandão

Edição: Agrupamento de Escolas Leal da Câmara

Ficheiro: ePub

Coleção: Clássicos da Literatura

1.ª edição: junho de 2017

Editado em 1923 e estreado no Teatro Politeama, a 1 de Março de 1926, numa «récita única» a favor dos vendedores de jornais, O Doido e a Morte, elogiado por José Régio e Miguel Torga é, porventura, a melhor obra de Raul Brandão e reveste-se de enorme relevo no panorama teatral português, à época dominado pela baixa comédia, pelo drama popular, a Opereta e a Revista e também pelos subprodutos do Teatro Francês. A acção de O Doido e a Morte desenvolve-se num contexto marcado pela degradação da vida social e política da República.


Fonte: Ler ebooks

sexta-feira, 9 de junho de 2017

Semana do Meio Ambiente

A imagem pode conter: texto
Ação da turma 303 coordenada pela Professora Romilda Salbego do  IEESF na Semana do Meio Ambiente. As mudas de ipê roxo e amarelo foram coletadas no meu quintal e embaladas para serem doadas. Fiquei muito feliz porque sei da importância desta ação e de ter salvado esta mudinhas que tornar-se-ão belas árvores. 

A imagem pode conter: 2 pessoas, pessoas sorrindo

A imagem pode conter: 15 pessoas, pessoas sorrindo, pessoas em pé

A imagem pode conter: planta




quarta-feira, 7 de junho de 2017

Tenho monstros na barriga












A história de Tonia Casarin ajudou-me a trabalhar os sentimentos como tristeza, alegria, medo, coragem, raiva, ciúme com esta turma de pré-escola da professora Catiani Cortese da Emei Lucinda Chimelo em São Francisco de Assis. Na sequência trabalhamos o Exercício de Cura através das vogais da medicina chinesa que trabalha estes diversos sentimentos.
Nosso 2 de junho foi assim:






































Gratidão pelo convite e por poder desenvolver este trabalho.


segunda-feira, 5 de junho de 2017

PhD em Harvard, brasileira supera fome e preconceito e soma 56 prêmios na carreira

Eduardo Carneiro - UOL - 23/05/2017

Estudo e leitura levaram Joana D’Arc Félix de Souza a ser PhD em química pela renomada Universidade de Harvard.

“Toda mulher dá a sua vida pelo que ela acredita”. A frase é atribuída à Joana D’Arc, a famosa heroína francesa que viveu no século XV, mas pode muito bem ser usada para resumir a história de uma brasileira que tem o mesmo nome mais de 500 anos depois.

Joana D’Arc Félix de Souza, 53 anos, superou a falta de estrutura, a fome e o preconceito para se tornar cientista, PhD em química pela renomada Universidade de Harvard, dos Estados Unidos. Hoje, ela soma 56 prêmios na carreira, com destaque para a eleição de ‘Pesquisadora do Ano’ no Kurt Politizer de Tecnologia de 2014, concedido pela Associação Brasileira da Indústria Química (Abquim).

Desde 2008, ela também é professora da Escola Técnica Estadual (ETEC) Prof. Carmelino Corrêa Júnior, mais conhecida como Escola Agrícola de Franca, cidade do interior de São Paulo, e molda novas gerações a seguirem sua trajetória inspiradora.

Trajetória que começou na própria Franca: filha de uma empregada doméstica e de um profissional de curtume (operação de processamento do couro cru que tem por finalidade deixá-lo utilizável para a indústria e o atacado), Joana mostrou desde cedo que tinha aptidão para o conhecimento.

“Eu era a caçula de três irmãos, tinha certa diferença de idade, então minha mãe me levava com ela para o trabalho. Ela aproveitou que tinham jornais na casa da patroa e me ensinou a ler, para eu ficar mais quieta. Tinha quatro anos e ficava o dia todo lendo”, conta ela ao UOL.

“Um dia, a diretora da escola Sesi foi visitar a dona da casa e perguntou se eu estava vendo as fotos do jornal. Respondi que estava lendo. Ela se surpreendeu, me pediu para ler um pedaço e eu li perfeitamente. Coincidentemente, era começo de fevereiro e ela sugeriu que eu fosse uns dias na escola. Se eu conseguisse acompanhar, a vaga seria minha. Deu certo e com 14 anos eu já terminava o ensino médio”.

O mesmo curtume que deu ao pai casa (a família vivia numa pequena moradia oferecida pelo patrão) e trabalho por 40 anos acabou influenciando a jovem Joana na hora de escolher uma faculdade. Contando com a ajuda de uma conhecida, ela decidiu prestar vestibular em química, pois estava acostumada a ver profissionais da área atuando no trabalho com o couro.

“Uma professora tinha um filho que fez cursinho e pedi o material para ela. Meu pai e minha mãe não tinham estudo, mas me incentivavam. Eles tinham consciência de que eu só cresceria através de estudos. Passei a estudar noite e dia até entrar na Unicamp (Universidade Estadual de Campinas)”, relembra a pesquisadora, que não se deixou abalar pelo preconceito que sofreu até o tão sonhado diploma.

“As cidades de interior têm aquela coisa de sobrenome: se você tem, pode ser alguém, se não tem, não pode. Sempre enfrentei preconceito. Na minha segunda escola, mesmo sendo estadual, tinha aquela coisa de classe para os ricos, classe para os pobres, com tratamentos diferentes. Em Campinas, fora da universidade, também senti um pouco. Infelizmente, o Brasil ainda é um país racista. Pode estar um pouco mais escondido, mas isso ainda existe. Mas não usei isso como obstáculo, e sim como uma arma para subir na vida”.

A vida acadêmica

Joana, como previa, passou muita dificuldade em Campinas, a mais de 300 km de sua cidade natal. O dinheiro que recebia do pai e do patrão dele permitia que ela pagasse somente o pensionato onde morava, as passagens de ônibus e o almoço na universidade.

“Às vezes pegava um pãozinho no bandejão da universidade e levava para eu comer em casa à noite. Sentia fome, contava as horas para o almoço (risos). No final de semana também era complicado. Mas nunca desisti. Isso chegou a passar pela minha cabeça, mas não desisti. Fazer isso seria jogar tudo que tinha conquistado até ali no lixo”, afirma.

Sua situação só melhorou a partir do segundo semestre, quando começou a iniciação científica e teve o auxílio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP). “Quando recebi a primeira bolsa, corri para a padaria e gastei uns 50 reais em doces para matar a vontade”, ri.

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Sindicato dos Escritores fala sobre importância do incentivo à leitura


Abrelivros - 26/05/2017



Estimular a leitura desde a infância é um dos importantes papéis a serem exercidos pelos pais. A opinião é da escritora Gacy Simas, diretora do Sindicato dos Escritores do Distrito Federal e entrevistada do programa Educação no Ar exibido na ultima quinta-feira, 25, pela TV MEC.

Para Gacy, que também é formada em filosofia, a leitura deve ser incorporada às atividades normais do cotidiano.

“Se você está fazendo uma faculdade, no material que é obrigado a ler, estando perto do seu filho pequeno, leia numa entonação diferente, e a criança vai olhar e se perguntar: ‘Por que meu pai está lendo assim?’ Isso vai despertar a curiosidade”, sugere. “A gente separa um tempo para ir nadar ou ir à academia e, quando chega em casa, não tem disposição para ler um livro com o filho?”

Gacy diz acompanhar, com entusiasmo, o surgimento de novos escritores. Entre estes, destaca que os autores mirins, como alguns revelados na última Feira do Livro de Brasília, em julho de 2016, vêm se integrando aos estreantes na literatura. “Recebemos crianças de escolas públicas que já estavam no segundo livro [publicado]”, comenta. “Temos desde os pequenos até pessoas com 70 anos escrevendo o seu primeiro livro. Então, não existe uma faixa etária [específica].”
O surgimento desses novos autores, de acordo com a avaliação da escritora, também repercute em uma juventude mais centrada na leitura – o que ela atribui ao ambiente escolar. “Em Brasília, notamos que os adolescentes são mais incentivados pelos professores. As escolas estão trabalhando sempre para elevar esse número de leitores. Com incentivos como participação em feiras, bienais, salões de livro, o número de leitores, com certeza cresce.”
Mercado – Dados do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) registram aumento de 28% nas vendas do gênero literatura infantil entre os anos de 2015 e 2016 – período durante o qual, paradoxalmente, foi constatada uma queda de 9,7% nas vendas gerais de livros. Para a escritora, é importante valorizar o dado referente ao segmento infantil: “O mercado está crescendo bastante, e com isso há uma variedade grande. Quem ganha é a população”.

Com 21 títulos publicados em português e espanhol, Gacy, defensora do mercado impresso da leitura, afirma que os livros em papel sempre terão o seu lugar nas prateleiras. Reconhece, porém, a força do mundo digital, que avalia como importante instrumento auxiliar: “Nós, educadores e pais, devemos fazer com que as tecnologias sejam aliadas, porque elas fazem parte da nossa época. Não se pode abafar nem tolher. Mas devemos regular. Existe a necessidade de usar essa tecnologia para uma coisa mais construtiva, para [estimular] a criatividade”.

A dica, acentua a educadora, é buscar blogues ou até mesmo criar algum, como espaço para exercitar a escrita. Na avaliação de Gacy, este é um novo universo que permite tanto às crianças e jovens quanto aos mais velhos o exercício livre da crítica literária, da escrita e do compartilhamento de experiências e estudos.

Fonte:
Blog do Galeno