Leia sempre, a leitura transforma.

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quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Conaler 2017 abre inscrições


Já estão abertas as inscrições para o Conaler, o 2º Congresso Nacional de Leitura 100% online e 100% gratuito, que vai reunir, durante uma semana, grandes especialistas do Brasil e do exterior. O evento (que, em 2016, teve 5.668 participantes) começa no Dia Nacional do Livro, dia 20/10. A programação será anunciada na próxima semana.

Na primeira edição, foram 17 h 3 min e 14 seg de conteúdo em 37 conferências, palestras e saraus literários, com mais de 9 mil interações online entre os convidados e o público. As inscrições são gratuitas, mas as vagas são limitadas. No ano passado, elas esgotaram-se em poucos dias e a organizadora, a Fundação Observatório do Livro e da Leitura, precisou abrir um novo auditório virtual para comportar os inscritos da segunda leva.

Para se inscrever, basta acessar www.conaler.org.br.

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Irmãos distribuem livros em escolas e comunidades pobres do país

Sara Ferrari - Veja SP - 06/10/2017


Quando eram crianças, o estudante de engenharia Mateus Foz Caltabiano, de 19 anos, e sua irmã, Maria, 17, costumavam doar roupas e brinquedos a pessoas carentes, incentivados pelos pais. Em 2013, tiveram uma ideia diferente: arrecadar livros com amigos e conhecidos. A ação foi um sucesso. “Conseguimos 5 000 exemplares, que abarrotaram uma sala inteira de nossa casa”, conta o garoto.

Para fazer a distribuição, os dois embarcaram, com a família, para o Maranhão. “Elegemos esse destino porque é o estado com um dos menores índices de desenvolvimento humano do país”, explica o rapaz. Eles pagaram a viagem com recursos próprios. Foram 37 dias de expedição, passando por comunidades quilombolas, aldeias indígenas e regiões ribeirinhas.

Encantados com a experiência, os irmãos decidiram criar, em 2014, a lêComigo, organização sem fins lucrativos que fornece livros a bairros pobres e escolas públicas pelo Brasil. Boa parte das obras é arrecadada em eventos promovidos pela Organização da Sociedade Civil (OSC).

Em quase três anos de trabalho, foram distribuídos 18 000 títulos infanto-juvenis em estados como Amazonas e Tocantins. Cada local recebe um kit com cerca de 170 exemplares. A dupla faz a entrega pessoalmente, em geral durante as férias escolares, e paga do próprio bolso as despesas, incluindo transporte e estada. O valor pode chegar a 3 000 reais para cada um, dependendo da cidade escolhida.

“Nossa biblioteca era muito pobre”, conta Sheila Ferraz, 37, supervisora pedagógica de uma escola de Jacinto, em Minas Gerais. “Quando os alunos receberam o presente, foi uma festa.” Em São Paulo, dezenas de instituições estaduais de ensino, em bairros como penha, na Zona leste, e Capão Redondo, na Zona sul, já foram contempladas.

Agora, os jovens planejam obter patrocinadores para ampliar o número de pessoas atendidas. “Sempre fui apaixonada pela leitura, e é gratificante poder dividir isso com quem tem menos recursos”, afirma Maria. “Essa trajetória me deixou muito mais comprometido com o meu país”, completa Mateus.




sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Escolas substituem dever de casa por tempo de leitura. Funciona?



Distrito escolar nos Estados Unidos adotou a prática com base em indícios de que a leitura livre é melhor do que as tarefas

Alunos de ensino primário em um distrito escolar da Flórida terão uma bem-vinda – mas controversa – nova política quando retornarem para a escola no ano letivo que começa no próximo mês: nada de lição de casa tradicional.

Eles terão que fazer outra coisa para ajudá-los academicamente: ler por 20 minutos todas as noites.

Heidi Maier, nova superintendente do distrito de escolas públicas do condado de Marion, na Flórida, formado por 42 mil estudantes, disse em uma entrevista que ela tomou a decisão com base em uma pesquisa sólida acerca do que funciona melhor para aumentar o desempenho acadêmico dos alunos.

Isso pode parecer óbvio, mas no mundo da educação, os decisores políticos são notáveis por criar muitas políticas sem saberem e/ou se importarem com as evidências das melhores pesquisas.

A política será aplicada a todos os alunos do primeiro ciclo do ensino fundamental no distrito – cerca de 20 mil – mas não valerá para os demais alunos de ensino fundamental e médio. Maier, uma especialista em leitura que começou a liderar as escolas de Marion em novembro, depois de atuar como professora de licenciatura no College of Central Florida, disse que está baseando sua decisão em uma pesquisa que mostra que lição de casa tradicional nos primeiros anos escolares não melhora o desempenho acadêmico, mas a leitura – e ler em voz alta – sim.

Uma análise muito citada de uma pesquisa sobre o tema, publicada em 2006, constatou que lição de casa no primeiro ciclo do ensino fundamental não contribui para ganhos acadêmicos e tem apenas um efeito moderado para estudantes mais velhos em termos de melhorias de desempenho acadêmico. Apesar da lição de casa ser uma das questões mais controversas na educação básica, não existe nenhum estudo experimental sobre os possíveis efeitos da prática.

Mas especialistas dizem que a pesquisa é clara quanto aos benefícios da leitura diária, com estudantes escolhendo seus próprios livros, lendo em voz alta e escutando um adulto fluente ler para eles.
Maier citou o trabalho de Richard Allington, especialista em aquisição de leitura, que pesquisou e escreveu extensivamente sobre como ensinar os alunos a lerem.

“A qualidade da lição de casa é tão pobre que simplesmente fazer as crianças lerem em substituição a lição de casa, com leituras selecionadas por elas mesmas, é uma alternativa poderosa”, diz Allington. “Talvez alguns tipos de lição de casa possam aumentar os ganhos acadêmicos, mas esse tipo de lição é incomum em escolas dos EUA.”

Maier diz que os estudantes poderiam selecionar o seu próprio material de leitura e teriam ajuda de professores e bibliotecas escolares. Para as crianças que não têm um adulto em casa para ajudá-las a ler – os mesmo alunos que não tinham um adulto em casa para auxiliá-los com lição de casa tradicional – seriam disponibilizados voluntários, audiolivros e outros recursos.

Maier conta que teve um retorno positivo dos pais e professores, muitos dos quais aplaudiram a decisão, mas alguns são céticos. “Nós precisamos deixar a nossa mensagem clara e explicar por que isso é benéfico”, disse, acrescentando que em breve serão realizadas assembleias para os pais.

Lição de casa tem sido uma questão controversa para educadores e famílias por mais de um século. No final do século XIX, um herói da Guerra Civil Americana que se tornou membro do conselho escolar, Francis Walker, acreditava que lição de casa de matemática prejudicava a saúde das crianças e levou o conselho a bani-la como parte de uma febre nacional contra a lição de casa. A Ladies’ Home Journal, uma revista do período voltada para mulheres, chamou a lição de casa de algo “bárbaro” e muitos educadores disseram que essas tarefas causariam condições nervosas e doenças cardíacas em crianças, que se beneficiariam mais em brincar ao ar livre.

A lição de casa, é claro, passou a ter importância na educação – com crianças de 3 e 4 anos agora participando – e, hoje, defensores dizem que ajuda a fixar informações na memória das crianças e as ensina a estabelecer uma rotina.

O distrito de Marion se juntará a um pequeno grupo de escolas e distritos cujos líderes decidiram trocar a lição de casa tradicional por leitura diária nas primeiras séries. Apesar de não terem resultados definitivos, educadores apontam que as notas em avaliações e outras aprendizagens não foram prejudicadas.

Tradução: Andressa Muniz

Fonte: Gazeta do Povo

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Campanha de valorização à leitura transforma personalidades em personagens de clássicos da literatura

O Sindicato Nacional dos Editores de Livros lança este mês uma campanha para promover a valorização ao livro no Brasil e o papel transformador da leitura na sociedade. Responsável pela organização da Bienal Internacional do Livro Rio há mais de três décadas ao lado da Fagga | GL events Exhibitions, o SNEL escolheu o evento que acontece de 31 de agosto a 10 de setembro no Riocentro para a estreia da ação – a primeira realizada pela entidade em âmbito nacional.

Intitulada “LEIA.SEJA.”, a campanha foi criada pela WMcCann e é estrelada por um time de personalidades do esporte, das artes cênicas, da música e da comunicação, convidadas a incorporar personagens icônicos da literatura brasileira e mundial.

Escolhidos por sua paixão pelos livros e pela leitura, o técnico de vôlei Bernardinho se vestiu de Capitão Rodrigo, de “O tempo e o vento”, de Érico Veríssimo; o publicitário Washington Olivetto e a cantora Baby do Brasil fizeram Visconde de Sabugosa e Emília, da coleção “Reinações de Narizinho”, de Monteiro Lobato; a apresentadora Bela Gil virou a Capitu de “Dom Casmurro”, de Machado de Assis; o ator Cauã Reymond se fantasiou do protagonista de “Dom Quixote”, de Miguel de Cervantes; e o jornalista Pedro Bial aparece como o detetive de “As aventuras de Sherlock Holmes”, de Sir Conan Doyle.











O conceito desenvolvido pela agência parte da ideia de que, quando lemos, nos tornamos parte da história – ler estimula a imaginação, a criatividade e a inspiração; faz rir e chorar, refletir e viajar. Na campanha, as personalidades dão vida aos personagens, lendo trechos dos títulos escolhidos. Assim que fecham os livros, voltam a ser eles mesmos, com o semblante transformado pelo prazer e a reflexão que uma boa leitura oferece.

“O Brasil precisa com urgência de uma revolução de cidadania e ética, e acreditamos que a leitura tem um papel fundamental a desempenhar nessas áreas. A campanha ‘LEIA.SEJA.’ quer mostrar exemplos de pessoas reconhecidas pelo público em geral, que tiveram suas trajetórias marcadas pelos livros de diferentes maneiras”, afirma Marcos da Veiga Pereira, presidente do Sindicato Nacional dos Editores de Livros. “Nosso desejo é que essa ação reverbere pelos meses seguintes, estimulando o hábito da leitura ao redor do país e propondo uma conscientização sobre o seu valor”, completa.

“Quem trabalha numa atividade que depende de imaginação, criatividade e inspiração, como a publicidade, deveria pagar para criar uma campanha dessas. Foi um privilégio termos sido os escolhidos pelo SNEL.” afirma Washington Olivetto, Chairman e CCO da WMcCann.

O grupo foi fotografado por Miro, um dos mais consagrados fotógrafos brasileiros, em cenários que remetem às obras. As imagens serão utilizadas em anúncios impressos, outdoors, mídia urbana Out Of Home (OOH) e mídia digital, espalhados por diversas partes do país.

O lançamento oficial da campanha acontece na cerimônia de abertura da 18ª Bienal Internacional do Livro do Rio, no Rio de Janeiro, no dia 31 de agosto, quando haverá a transmissão de um filme sobre a campanha.

Ao longo de todo o evento, o público poderá conferir uma exposição das fotos dos personagens, que estarão acompanhadas de vídeos com o making of e depoimentos das personalidades sobre a influência dos livros em suas vidas pessoais e profissionais. Além disso, modelos circularão pelos pavilhões da Bienal com os trajes que foram usados pelas celebridades, divulgando a campanha entre os visitantes.

Fonte: WMcCann

O Diário de Anne Frank ganha versão em quadrinhos feita por israelenses


Diogo Bercito - Folha de S.Paulo - 08/09/2017

No mesmo ano em que passeatas racistas ocorreram nos EUA, com arroubos de antissemitismo, Anne Frank (1929-45) voltará às prateleiras.

Seu diário, um dos registros mais conhecidos do Holocausto, será transformado em história em quadrinhos.

O livro foi apresentado em Paris nesta quinta-feira (7), 70 anos após a publicação do original. O gibi será lançado em 50 países. No Brasil, o título será distribuído em 2 de outubro pela editora Record.

A adaptação foi feita por dois israelenses, o ilustrador David Polonsky e o cineasta Ari Folman. A dupla já havia trabalhado junta no filme “Valsa com Bashir” (2008), sobre a guerra no Líbano.

Folman, um filho de sobreviventes do Holocausto, trabalha simultaneamente em uma adaptação do diário para um filme de animação.

A dupla inicialmente rejeitou a oferta de trabalhar com o clássico de Anne Frank, a partir do qual tantos outros produtos culturais já tinham sido lançados, como filmes, mangás e musicais.

Polonsky e Folman foram convencidos mais tarde pela importância da história. Os últimos sobreviventes do Holocausto vêm morrendo e, com eles, seus relatos. Mas o antissemitismo persiste.

A alemã Anne Frank testemunhou a ocupação nazista da Holanda durante a Segunda Guerra (1939-1945).

Naquela década, judeus foram detidos, enviados a campos de concentração e sistematicamente assassinados —fuzilados, cremados, asfixiados em câmaras de gás (“talvez seja o modo mais rápido de morrer”, ela escreveu). Estima-se que 6 milhões de judeus tenham sido mortos.

Anne Frank viveu essa história de 1942 a 1944, escondida com a família no anexo de um apartamento em Amsterdã, confidenciando a um diário ao qual chamava de Kitty (“você será minha melhor amiga, como nunca tive na vida”). Estão ali os detalhes banais de seu cotidiano, como as brigas com a irmã, mas o livro registra também as angústias de uma garota vivendo a violência do nazismo.

Anne Frank dorme mal, e sonha em repetidas noites com o futuro nas mãos do regime de Adolf Hitler. Sua família foi capturada em 1944, e ela morreu em abril de 1945, no campo de concentração de Bergen-Belsen, Alemanha.

O texto foi descoberto, editado e lançado em 1947 por Otto, seu pai e único sobrevivente da família, que criou uma fundação com o nome da filha. Ativa ainda hoje, a fundação, aprovou a adaptação do diário aos quadrinhos. Em outras ocasiões, a entidade recusou sua chancela por preocupação com a fidelidade histórica de novas versões.

Não são abundantes as boas adaptações literárias para gibis, e neste caso havia o agravante de se tratar de um diário, formato pouco visual. Mas a HQ de “Diário de Anne Frank” faz jus ao original.

O texto foi reduzido pelos artistas israelenses e transformado em ilustrações, mas não perdeu o frescor da perspectiva de uma criança —ela tinha 15 anos ao morrer— diante das atrocidades que marcaram o século 20.

Ao jantar, Anne Frank ouve a notícia de que a princesa Juliana espera um bebê e se imagina no meio de uma fanfarra. As ilustrações acompanham o sonho.

Mas, na cama, “os maus pensamentos se insinuam”, ela escreve. E os artistas desenham Anne Frank deitada em cima de um Exército enquanto um trem e um furgão passam carregando detentos, engolidos pela fumaça.


Fonte: Blog do Galeno


segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Menina que sofria bullying por amar insetos publicou artigo científico

Galileu - 20/09/2017



Sophia Spencer, 8, e o pesquisador Morgan Jackson: a história da menina ficou famosa após sua mãe pedir ajuda para entomologistas no Twitter.

A amante de insetos Sophia Spencer, de 8 anos, publicou um artigo científico com ajuda do pesquisador Morgan Jackson e da Sociedade Entomológica do Canadá (ESC). Isso ocorreu porque a menina sofria bullying dos colegas de escola por gostar muito desse bichinhos, até que sua mãe resolveu mandar uma carta para o instituto.

No texto, a mulher explicava a situação de Sophia e pedia ajuda para encorajar a filha a continuar com seu amor por insetos e até seguir uma carreira na área: “Se alguém pudesse conversar com ela só por cinco minutos, ou quem não se importasse em ser um correspondente dela, eu apreciaria muito”.

A Sociedade acabou vendo a carta e a publicando em seu Twitter, o que gerou grande repercussão e a criação da tag #BugsR4Girls (#InsetosSãoParaGarotas). Logo a história ficou famosa e ela começou a receber mensagens de carinho e incentivo de todo o mundo, e foi daí que partiu o convite de Morgan Jackson.

O pesquisador fez uma análise do impacto da história da menina em uma edição especial do Annals of the Entomological Society of America e convidou Sophia para escrever uma parte do texto. O artigo detalha como o tweet e a tag contribuíram para a comunicação científica e a percepção pública de entomologia e, como estudo de caso, também resume várias lições úteis de mídia social para outros comunicadores científicos.

Na parte em que escreveu, a menina conta que adora lesmas, centopéias e caracóis, mas que seus insetos preferidos são sem dúvidas os saltadores e que quer ser uma etomologista quando crescer, provavelmente para estudar gafanhotos. “Fiquei feliz em ter tantas pessoas me apoiando e foi legal ver outras meninas e adultos estudando insetos. Acho que outras garotas que viram minha história também gostarão de estudar esses animais”, relata Sophia.

Depois disso a menina está mais confiante e não sofre mais com os colegas que, hoje, fazem questão de conversar sobre o assunto com ela: “Agora tenho um microscópio que alguém me enviou, e quando o levo para a escola sempre que as crianças encontram um inseto vêm e me dizem e dizem ‘Sophia, Sophia, encontramos um inseto!'”.

(Com informações de Science Alert.)

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Especialista do MIT sugere estratégias contra ‘passividade’ de alunos

G1 - 18/09/2017



Jennifer Groff, pesquisadora-assistente do Laboratório de Mídias da universidade americana, defende ensino mais baseado em habilidades e competências do que em disciplinas tradicionais.

Disciplinas de pouca aplicação prática e ensino de conteúdo distante do contexto real são prejudiciais aos alunos por ensiná-los a pensar de um modo linear, que não os prepara para o mundo. É o que diz a especialista americana em educação Jennifer Groff, pesquisadora-assistente do Laboratório de Mídias (Media Lab) do MIT (sigla em inglês para o Instituto de Tecnologia de Massachusetts). Groff é autora de estudos sobre ensino personalizado, inovações em sistemas de aprendizagem e uso de jogos e tecnologias em sala de aula.

Em entrevista à BBC Brasil em São Paulo, onde atuará como diretora pedagógica da escola Lumiar, Groff faz coro ao crescente número de especialistas internacionais que defendem um ensino mais baseado em habilidades e competências do que em disciplinas tradicionais.

Ela também defende que a mudança na base curricular brasileira (documento do Ministério da Educação atualmente em fase de consulta pública) é uma oportunidade para dar flexibilidade para que professores possam adotar jogos, brincadeiras e projetos em sala de aula.

A seguir, os principais trechos da entrevista:

BBC Brasil – Uma das áreas que você estuda é aprendizagem por jogos. O que, na sua experiência, tem funcionado ou não em termos de jogos em sala de aula?

Jennifer Groff – Em nosso laboratório, buscamos jogos que envolvam (o aluno) em experiências e permitam a imersão em um conceito – em vez de um jogo que simplesmente o instrua a fazer uma tarefa.