Leia sempre, a leitura transforma.

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quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Mulher devolve livro com 36 anos de atraso em biblioteca na Escócia

Como professora, incentivadora da leitura este esquecimento é um problema grande na não devolução de livros as suas bibliotecas. Vejo a cada ano a biblioteca da escola se esvaziar de livros. Livros muitas vezes doados ou adquiridos com muito esforço fazendo campanhas. E o livro fica na casa dos estudantes e deixa de estar nas mãos de muitos outros.
Eu mesma empresto muitos livros que nem se quer são lidos e ao menos devolvidos. Tenho uma biblioteca de livros emprestados.

Nossa biblioteca recentemente fez campanha: "Volta para a biblioteca"

Veja esta história que aconteceu na Escócia:

Cesar Nascimento - Blasting News - 10/09/2017


Ela simplesmente se esqueceu de devolver o livro e acabou o encontrando anos depois


Na época da escola, todos tinham o costume de pegar #Livros na biblioteca para levarem para casa. Geralmente, esses livros tinham um prazo para serem devolvidos e, caso isso não acontecesse, vários problemas poderiam surgir.

O ser humano nem sempre está com a mente livre. Isso significa que, durante o dia, diversos pensamentos, sendo que a grande maioria deles são preocupações e questionamentos, acabam colocando seu cérebro para trabalhar, provocando um verdadeiro curto de informações.

O resultado são pequenos esquecimentos que, a longo prazo, podem se transformar em grandes problemas. Quem nunca se esqueceu de algo importante? Isso acontece mais do que muitos imaginam e, muitas vezes, a melhor coisa a se fazer é parar e pensar se você não está deixando para trás algo importante.

Uma história no mínimo curiosa aconteceu em uma biblioteca na Escócia. A biblioteca Shetland postou uma imagem em que mostra o que seria a capa de um livro devolvido depois de 36 anos de atraso. Isso mesmo! Após todo esse tempo a pessoa ainda teve a capacidade e honestidade de devolvê-lo a seu lugar de origem.

O livro foi emprestado no ano de 1981 e nunca mais apareceu na biblioteca. Como essas coisas são comuns, os funcionários não puderam fazer praticamente nada, já que se tratava de um exemplar e a pessoa que pegou emprestado simplesmente desapareceu sem deixar vestígios. Por mais intrigante que isso pareça ser, a moça se esqueceu de devolve-lo simplesmente porque não se lembrava que tinha pegado o exemplar para ler.

Ao contrário do que muitos poderiam imaginar, ela não tentou vendê-lo para conseguir algum lucro.

Simplesmente leu algumas páginas e o deixou de lado em alguma gaveta cheia de poeira. Mais tarde, sem querer, fazendo algo que faz todos os dias, ela acabou se deparando com o exemplar que estava no mesmo lugar em que foi colocado anos atrás.

A #Mulher disse que estava fazendo uma faxina em sua casa quando se deparou com o exemplar. Ela havia se esquecido de devolver e, envergonhada após muitos anos, levou o exemplar de volta para a biblioteca.

O caso acabou chamando a atenção já que, mesmo se esquecendo, ela teve a honestidade de corrigir seu erro, devolvendo o livro para seu lugar de origem. Ainda não se sabe se foi cobrada alguma multa, ou se ela levou uma bronca por ter se esquecido de uma coisa tão importante como essa.

O livro era um exemplar de “Highland Folk Ways”, de I.F. Grant.

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Assim começamos a semana

Aliyssom Marques (publicação no facebook)
11 de setembro às 22:51 ·

Você aí tire um minuto do seu tempo para ler minha publicação.

Sou Totalmente a Favor da posição de todos os professores que aderiram a greve na escola que estudo e de outras escolas também. Não por estar em casa e dormir até mais tarde, e sim pelo direito de pessoas que estudaram anos e anos para poder atuar na área que trabalham.
Professor um profissional que ensina a todos que um dia foram alunos e hoje são pessoas importante no mercado de trabalho.
Se você é a favor.
Copie e cole no seu Status!

#EstouAoLadoDeVocêsProfessores!

Gratidão pelo apoio Aliyssom!


quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Nota de Esclarecimento - IEE Salgado Filho

O Instituto Estadual de Educação Salgado Filho, vem esclarecer seu posicionamento a respeito da Caminhada Cívica 2017, ressaltando que a escola oficiou à Secretaria Municipal da Educação, órgão organizador do evento, em 11 de agosto de 2017, conforme Ofício Nº 117/2017, sua decisão em não participar da Caminhada Cívica, fato também ocorrido no ano de 2015, oportunidade em que a escola não se fez presente na Caminhada de 07 de setembro.

Considerando que cidadania e civismo vão além das atividades desenvolvidas durante a Semana da Pátria e que é papel da escola oportunizar aos estudantes o conhecimento do que realmente constitui a Pátria, tanto conflitos sociais, econômicos e políticos como conquistas e realizações que favorecem o crescimento do país; o IEE Salgado Filho optou por planejar e executar um Projeto no decorrer do segundo semestre letivo, intitulado “INDEPENDÊNCIA- conquista de Cidadania que se faz a cada momento”. Dessa forma, serão abordados aspectos da cidadania pertinentes à realidade vivida atualmente com vistas a proporcionar maior compreensão, amor e espírito de luta pelo país.
Sabendo que Civismo e Patriotismo devem ser trabalhados e vivenciados durante o ano inteiro por toda a comunidades escolar, optamos por desenvolver atividades diversificadas que estimulem o respeito pela Pátria.


Outrossim, a Caminhada Cívica consiste em apenas umas das atividades que manifestam civismo, patriotismo e homenagem à Pátria. Sendo assim, professores e funcionários decidiram não participar da Caminhada Cívica e nem fazer dela momento de protesto contra atitudes do governo Federal e Estadual na atual conjuntura, por não considerar que tais manifestações sejam capazes de interferir ou mudar a realidade vivida atualmente.
A decisão fora tomada conscientemente pelos professores e funcionários deste Instituto, não cabendo atribuir a ela nenhuma conotação político partidária, uma vez que contamos em nosso quadro de pessoal com profissionais que defendem as mais variadas siglas partidárias.

Sendo o que tínhamos para o momento.

Atenciosamente,
Equipe Gestora, Professores e Funcionários

São Francisco de Assis, 05 de setembro de 2017. Com Roseli Martins, Maira Chimelo Aguiar, Ivana Muller Bolzan, Silvia Salbego Sagrilo, Mônica De Mello De Oliveira Aguiar, Marinei Pasini de Vargas, Aline Muller, Izabel Vielmo, Liliane Mailson Bruck de Moura, Márcia Chaves

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

A fantástica fábrica de bibliotecas

Danilo Venticinque - O Estado de S. Paulo


Há alguns meses mencionei aqui no blog o Instituto Ecofuturo, vencedor do prêmio Pró-Livro em 2016. De lá para cá, o instituto anunciou a criação de mais seis bibliotecas comunitárias - duas no Rio Grande do Sul e quatro no Maranhão. É uma boa oportunidade para escrever um pouco mais sobre um dos mais bem-sucedidos projetos de incentivo à leitura no Brasil.

Criado há 18 anos pela Suzano Papel e Celulose, o instituto tem uma série de projetos relacionados a sustentabilidade e promoção da leitura. Entre eles está a criação de 107 bibliotecas comunitárias por todo o país.

“Qualquer investimento em incentivo à leitura é válido. Mas para evitar que os projetos apenas enxuguem o gelo e não resolvam o problema, deve-se ir além das ações óbvias como doar e distribuir livros e olhar para o cerne do problema”, afirma Marcela Porto, superintendente do instituto. “O problema da leitura no país não é a falta de livros”

O cerne do problema, segundo pesquisas encomendadas pelo instituto, é o acesso a espaços de leitura. “O governo federal tem um bom programa de distribuição de livros e esses livros chegam às escolas. São livros de qualidade, escolhidos por um colegiado competente. O problema é que esses livros não ficam acessíveis para a população em geral, e muitas vezes nem mesmo para a própria comunidade escolar”, diz Marcela.

A explicação está nos critérios usados para avaliar escolas. “Como esses livros são patrimônio público, e as

escolas são avaliadas no Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) pelo bom uso do patrimônio público, escolas que não têm bibliotecas ou espaços de leitura preferem deixar os livros guardados numa sala fechada para evitar que eles sejam roubados ou danificados”, afirma. “Muitas vezes chegamos a escolas e os livros estão lá, mas não estão acessíveis para o estudante”.


As bibliotecas comunitárias do Instituto Ecofuturo foram pensadas para suprir essa necessidade. Todas cumprem requisitos básicos como uma metragem mínima de 50 metros quadrados, acessibilidade, luz natural e um mobiliário adequado para crianças e adultos, já que as bibliotecas atendem tanto às escolas quanto às comunidades ao seu redor.

Cada uma das bibliotecas é abastecida por um acervo de livros selecionados pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, além de títulos escolhidos pela própria comunidade. O instituto também oferece cursos de auxiliar de biblioteca, promoção da leitura e educação socioambiental para cerca de 40 pessoas em cada uma das comunidades. “Os cursos garantem que o investimento inicial vai se perpetuar por um bom tempo”, diz Marcela.

Para ampliar o impacto das ações, o instituto faz diversas parcerias com outras empresas, além da Suzano Papel e Celulose. As duas novas bibliotecas no Rio Grande do Sul, por exemplo, serão financiadas pela RGE, uma empresa do grupo CPFL Energia, com um investimento de R$ 700 mil. Projetos anteriores já foram financiados por empresas como a Avon, Fundação CSN, Philips e Telefônica. Também há parcerias com as prefeituras dos municípios em que são instaladas as bibliotecas para a contratação de pessoas responsáveis pela manutenção da biblioteca e a promoção da leitura.

O resultado de tudo isso são bibliotecas vivas, cada uma delas realizando em média cerca de 500 atendimentos por mês. Numa conta rápida, são mais de 50 mil atendimentos por mês em todo o país. Com a construção das novas bibliotecas, o número deve continuar aumentando.

Doar e distribuir livros é um belo gesto, mas ações pontuais não são suficientes para resolver o problema da falta de leitores no Brasil. O sucesso das bibliotecas comunitárias do Ecofuturo é um exemplo de como empresas comprometidas com o incentivo à leitura podem causar um grande impacto no longo prazo. Se mais empresas seguirem o exemplo, estaremos mais perto de construir um país de leitores.

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Apresentações dos livros utilizando o microfone



Neste post os estudantes que utilizaram a mídia microfone vão comentar como foi esta experiência.




























 
















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quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Viva sua Essência em Manoel Viana

A Escola Estadual Manoel Viana recebeu a Palestra Viva sua Essência na noite de terça-feira, 29/8.
A noite era de apresentação de releitura das crônicas do livro Flor de Guarnica do escritor Pablo Morenno trabalho realizado pelos estudantes do Ensino Médio da profª. Márcia Lopes. 
A palestra acolheu as emoções trabalhadas nas releituras.
Foi encantador assistir vocês estudantes!
Parabéns pelos trabalhos! 

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Gratidão pelos momentos de trocas!

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Palestra Viva sua Essência

Palestrante: Denise Miletto
Data: 29/08/2017
Hora: 20:30
Local: Escola Estadual Manoel Viana em Manoel Viana
Tema: O ser humano como um todo




sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Lei que cria política de leitura dá mais um passo


23/08/2017
O Projeto de Lei institui a Política Nacional de Leitura e Escrita, de autoria da senador Fátima Bezerra (PT-RN),, agora está na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados e seu relator será o deputado Waldenor Pereira (PT-BA). Ele terá cinco sessões para fazer emendas e apresentar o seu relatório. No Senado, a matéria contou com relatoria favorável do senador Paulo Paim (PT-RS) e, em seguida, foi para a Câmara dos Deputados. Lá, o relatório do deputado Thiago Peixoto (PSD-GO) foi aprovado por unanimidade. Se passar pela Comissão de Educação, o projeto da petista seguirá direto para a Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania. Como as comissões têm caráter conclusivo, se for aprovado na última a matéria não precisará passar pelo plenário, devendo seguir direto para a sanção presidencial.

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Feira do Livro de Porto Alegre homenageia os países nórdicos

Publishnews - 17/08/2017
Sueco David Lagercrantz é um dos destaques da programação
 da 63ª edição do evento, que ocorrerá de 1 a 19/11
A 63ª edição da Feira do Livro de Porto Alegre vai levar à Praça da Alfândega, espaço no Centro Histórico da capital gaúcha que recebe o evento, de 1º a 19 de novembro, diversas histórias, experiências de vida e visões de mundo de autores das frias terras do Norte do globo. Os países nórdicos, grupo formado por Finlândia, Suécia, Noruega, Dinamarca e Islândia, serão homenageados na Feira. A literatura produzida na região vai pautar muitas atividades e alguns dos principais nomes da escrita contemporânea daqueles países irão encontrar seus leitores, autografar suas obras e entrar em contato com a cultura local. Dentre os autores convidados estão o sueco David Lagercrantz, conhecido por dar continuidade à série Millenium e que autografará na feira O homem que buscava sua sombra (Companhia das Letras) dentre outros livros; o ilustrador Kim W. Andersson; Johanne Hildebrandt, autora de Sigrid (Conrad); Pernilla Stalfelt, escritora e ilustradora que ministrará um workshop de ilustração para crianças; Christina Rickardsson; Sofi Oksanen; Aki Ollikainen e Dag Solstad. A vinda dos autores é resultado de uma parceria da 63ª Feira do Livro de Porto Alegre com as embaixadas ou consulados dos países nórdicos no Brasil e outras instituições, como o Instituto Ibero-Americano da Finlândia, e Pasi Loman, tradutor finlandês da agência literária Vikings of Brazil.


sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Momentos de trocas - autor presente - Walmor Santos


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As alunas Gabrieli e Ana da turma 201 fazendo a entrega do 
Jornal das Turmas - 200 News ao escritor Walmor Santos

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Altas conversas

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E Poses


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O escritor presenteou a escola com muitos livros


terça-feira, 15 de agosto de 2017

Homenagem ao escritor Walmor Santos


Talvez entendimento se tenha, coração passarinho...
ei-nos aqui o querer...
extravio das primeiras descobertas,
assim as avalio,
melancolias, não digo!
epiderme de palavras, concluo!
Precursor do auge de apenas uma história de amor,
ou um súbito mergulho na arte do subentendido?
vaga-lumes de alegria, fantástico!
Assim um tanto paradoxal, formulo...
o exaltar de episódios, associações
ao recriar histórias naturais, combinações...
O fascínio de expressar o que na tua imaginação convém, se tem...

                                                       Paula Talia, 201

Texto escrito pela aluna Paula Talia para homenagear o escritor Walmor Santos.
Os grifos são títulos de obras do autor.

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Walmor Santos no IEESF

Recebemos na noite de 14 de agosto o escritor Walmor Santos nas dependências do Instituto Estadual de Educação Salgado Filho. Trabalhos dos estudantes decoravam todo o ambiente. As Estudantes Pauline Rivas e Seidel Silveira recitaram poesias do autor da obra Anjos caídos à mesa. 


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